segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Mitos: Cinco coisas que o Google Chrome OS não será

Erros de concepção e desinformação têm cercado o Chrome OS, sistema operacional que está sendo desenvolvido pelo Google, desde o dia em que ele foi anunciado. Na última quinta-feira (19/11), o portal esclareceu parte das dúvidas, mas algumas incertezas sobre o que o sistema vai oferecer continuam.

A imagem final do que o Chrome OS será ficará clara com o tempo. Por enquanto, para entender o que ele será, é preciso antes entender o que ele não será.

Não é o Linux
O Chrome OS é baseado no kernel do Linux, assim como vários outros projetos de código aberto. Mas isso não vai significar nada quando os consumidores comprarem dispositivos com o sistema.

Leia também:
>> Segredos e promessas do Google Chrome OS

Ao ligar o Chrome OS, o usuário será direcionado diretamente para o navegador Chrome. Não há tela de inicialização. No momento o processo de boot leva apenas sete segundos – e o Google afirma que está trabalhando para diminuir esse tempo.

Atualizações serão distribuídas pela internet e o próprio sistema fará questão de garantir que as mais recentes estejam instaladas.

Não é o Android
Quando o Chrome OS foi anunciado em julho, muitos pensaram que o Google faria uma integração entre o sistema operacional para desktops e o para dispositivos móveis, da mesma maneira que fazem Apple e Microsoft.

Mas não será nada disso. O Chrome OS não tenta reproduzir widgets, aplicativos ou APIs do Android, e o navegador do sistema móvel ainda não é o Chrome.

Não espere ver o Chrome OS rodando em smartphones em breve. O Google está trabalhando com parceiros para criar referências para dispositivos com o sistema, e a forma é bastante específica: netbooks.

O Chrome OS não será a próxima geração do Android, ou uma ponte entre smartphones e computadores. Ele será usado em dispositivos como “netbooks 2.0”, pensados e trabalhados para computadores centrados na web.

Não vai acabar com o Windows
Por mais que o Google esteja fazendo o código-fonte do Chrome OS sob uma licença de código aberto, o objetivo não é desenvolver outro sistema operacional para competir com Windows e Mac OS X.

Pelo contrário. O Chrome OS virá pré-instalado em dispositivos feitos pelo Google com parceiros. O consumidor comprará o aparelho com o sistema, não o sistema em si.

Os dispositivos não terão o tradicional Bios dos computadores. Eles terão um firmware feito especialmente para suportar o modelo de computação centrada na web do Google. Assim, não será possível instalar o Windows em dispositivos desenvolvidos para o Chrome OS.

Não rodará seus aplicativos preferidos
Quando o Chrome OS foi anunciado, muitas especulações surgiram sobre que tipo de aplicativos estariam disponíveis na nova plataforma. Ele viria com o OpenOffice.org? Ou algum outro software livre?

Surpresa! O Chrome OS não virá com nenhum aplicativo – e os usuários não poderão instalar nenhum. Todos os aplicativos serão de web, como o Google Docs.

Com o Chrome OS, você não apenas checará e-mails na internet. Você também vai escrever cartas, planilhas, assistir vídeos, ouvir música e conversar com amigos usando aplicativos da web.

Não será lançado em breve
Se você não vê a hora de testar o Chrome OS, prepare-se para mais um desapontamento. Mesmo que o código esteja disponível agora, produtos baseados no sistema só estarão disponíveis no mercado no fim de 2010.

Enquanto esperam, os usuários podem baixar o navegador Chrome para Windows e Linux (e, em breve, para Mac OS X).


domingo, 1 de novembro de 2009

Picasa: faça ajustes básicos de tratamento nas suas fotos!

Conheça as maneiras de se editar fotos por um dos organizadores de imagens mais queridos disponíveis para download.

Se você pensava que o Picasa instalado no seu computador só servia para organizar fotos, fazer colagens e montagens para seus álbuns web está muito enganado. O software do álbum de fotos do Google vai muito além de apenas organizá-las. Com ele você consegue fazer pequenas edições e melhorias na qualidade das suas imagens. E o melhor de tudo é que boa parte deste processo pode ser eliminada com um simples clique no botão que automatiza todo este processo.

Mas antes de começarmos, é preciso lembrar que todas as etapas deste tutorial foram feitas no programa do Picasa e não na versão online, disponibilizada pelo Google. Portanto, certifique-se de que você já tem o programa instalado. Se não, clique aqui para baixá-lo. A instalação não deve tomar-lhe mais do que alguns minutos. Contudo, o que pode levar mais tempo é a importação de imagens do seu computador para o programa – uma vez que este processo depende da quantidade de imagens e da velocidade do seu PC.

Agora que o Picasa já está instalado e com as fotos carregadas, é hora de escolher uma delas e editar! Para abrir as abas de edição, clique duas vezes na foto com a qual você deseja trabalhar e aguarde alguns instantes. Note que irá aparecer um menu com três abas: “Básico”, “Ajuste” e “Efeitos”. Comece pela aba “Básico”, para criar uma boa base para outros recursos. Note que existe uma boa variedade do que pode ser feito para aumentar a qualidade da imagem. Porém, o mais importante a ser feito (e que resolve 90% dos casos) é modificar os valores de brilho, contraste e nitidez da foto.

Portanto, é hora de colocar as mãos na massa! Existem dois modos de otimizar a sua foto pelo Picasa. O primeiro e mais simples deles é o botão “Estou com sorte”, que encontra qual pode ser a melhor configuração de contrastes e brilhos para a sua imagem. Caso você não tenha gostado do resultado, é possível desfazê-lo. Basta clicar no botão “Desfazer Estou com sorte”.

Tratando suas imagens manualmente

Para quem prefere editar fotos manualmente, o Picasa proporciona este gosto também. Contudo, o processo não é inteiramente manual como o que acontece em editores profissionais de imagem como o Photoshop. As correções que o Picasa permite fazer no modo manual se restringem apenas ao “Brilho”. Toda a correção de contraste da foto é feita automaticamente através do botão “Auto Contraste”.

Não se assuste se você não encontrar o controle “Brilho” no painel de ferramentas do Picasa. Este controle está exibido com um outro nome, “Luz de preenchimento”, e é acompanhado de uma barra de alteração de valores. Arraste o ponteiro pelo traçado para aumentar ou diminuir a incidência de luz na sua imagem. Lembre-se de manter um valor mediano. Se você usar pontos muito baixos ou muito altos, a qualidade da imagem não ficará boa. Logo que você terminar de arrastar, as mudanças já estarão instituídas na sua foto.

Iluminação, sombras e cor

Como todo bom editor de imagens, o Picasa também tem elementos de edição de iluminação, destaques (que corresponde ao “highlight” do Photoshop), sombras e temperatura de cores. Para acessá-los, clique na segunda aba, “Ajuste”. Você verá uma série de barras de controle que devem ser arrastadas para tornar estes atributos mais harmoniosos na sua foto.


O primeiro deles, “Luz de preenchimento”, funciona como a ferramenta citada anteriormente – ou seja, opera como a função “Brilho” de outros editores.


O segundo, “Destaques”, irá alterar a intensidade das luzes altas da sua foto. Locais com cores claras ou com alta incidência da cor branca tendem a ser destacados ao aumentar o valor desta barra.


Em “Sombras”, o Picasa irá aumentar ou diminuir a força das áreas escuras da imagem de modo que as cores fiquem mais contrastadas. Entretanto, esta ferramenta não substitui o recurso “Contraste”.



O recurso “Temperatura da cor” funciona como um seletor de ênfase em um determinado grupo de cores. Isto significa que se o ponteiro for colocado em valores muito baixos, as cores com maior destaque serão as que pertencem ao grupo das ditas “Cores Frias”. O contrário também é válido. Se o ponteiro estiver em valores mais altos, as cores destacadas serão as “Cores Quentes”.

Porém, como de costume, o Picasa oferece o caminho mais fácil e rápido para executar estas tarefas. Clique em qualquer um destes botões para acelerar e tornar tudo automático. Contudo, assim como o outro botão de automatização de ferramentas (), as cores podem parecer um tanto artificiais ou o contraste pode não ser satisfatório. Cabe a você escolher qual caminho é melhor.

Efeitos: decore e personalize suas fotos

Por último e não menos importante, o Picasa também possui efeitos para deixar as suas fotos cada vez mais bonitas. Depois de utilizar os reparos básicos, é hora de escolher qual efeito fica melhor na sua imagem. As opções oferecidas são bastante variadas – do aumento de nitidez ao tingimento gradual, todos podem figurar como bons complementos para a sua foto.

Ao selecionar um efeito, você verá uma janela com duas barras de controle ou estas mesmas barras com um seletor de cores, dependendo de qual foi o escolhido. Arraste os ponteiros e selecione as cores que quiser para ajustar às suas preferências e ao final de tudo, clique em “Aplicar”.

Note que os efeitos “Sépia”, “P&B”, “Tons Quentes” e “Granulação” possuem uma cantoneira azul. Esta marcação significa que o efeito não é personalizável e ficará do jeito que é exibido na miniatura. Contudo, você pode adicionar outros efeitos depois deste que o resultado não será perdido.


Muito bem, agora que você já sabe que o Picasa não se limita a organizar, fazer colagens e montagens das suas fotos, dê outra chance a ele e comece a fazer pequenos reparos nas suas imagens! Os resultados não ficam devendo nada a qualquer outro editor!

Fique ligado para mais artigos e dicas do Baixaki! Até a próxima!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Fazendo uma mágica com Realidade Aumentada

Realidade Aumentada e Interação estão na pauta do InterCon 2009. No Ambiente Criação e Inovação, representantes do laboratorio.us farão uma demonstração de computação pervasiva. Além disso, acontecerão discussões sobre games, produção interativa, propagandas trasmídia e interativa. Já na área de Mobilidade, dentro do Ambiente Tecnolgoia, Fabiano Coura, diretor de planejamento da Neogama/BBH vai falar sobre a presença mobile do Bradesco com a Realidade Aumentada (veja aqui o vídeo de um app para iPhone usando RA). Esses são apenas alguns temas que o InterCon 2009 vai trazer para você. Não perca.

Você já deve ter ouvido falar em Realidade Aumentada, uma tecnologia que está virando moda em uma velocidade assustadora. Que tal começarmos a "brincar" de Realidade Aumentada? Acreditem, é mais simples do que possa parecer.

O que é Realidade Aumentada?

Basicamente, Realidade Aumentada, ou simplesmente "RA", é a sobreposição de objetos virtuais tridimensionais gerados por computador, com objetos reais, misturando o real e o virtual, abrindo um leque de infinitas possibilidades em diversas áreas, principalmente na web e na publicidade.

Com a RA, é possível trazer ou transformar objetos reais em virtuais, interagindo e acrescentando, possibilitando jogos mais interativos, publicidade, navegação, entre muitas outras utilidades, incluindo a medicina. Seu potencial é assustador.

Fazendo uma busca rápida no Google por Realidade Aumentada ou "Augmented Reality", você encontrará exemplos fantásticos do uso da tecnologia. Um ótimo exemplo é o http://www.livingsasquatch.com, onde o pé grande virtual se materializa e você pode interagir com sua personalidade.

Com o princípio da tecnologia, é possível desenvolver a RA em praticamente qualquer linguagem de programação. O principal kit de desenvolvimento é conhecido como ARToolKit, desenvolvido em C. Disponível gratuitamente no site do laboratório HITL da Universidade de Washington (http://www.hitl.washington.edu/artoolkit/download/), o ARToolKit emprega métodos de visão computacional para detectar marcadores na imagem capturada por uma câmera. O rastreamento ótico do marcador permite o ajuste de posição e orientação para realizar a renderização do objeto virtual, de modo que esse objeto pareça estar "atrelado" ao marcador. Há também uma versão para Java e uma adaptação para o Flash, em ActionScript 3, e é com este último que desenvolveremos a RA para a web.

Requisitos

Para a mágica da RA precisamos de 3 elementos básicos:

  • Um objeto real com um código impresso ou formato específico.
  • Uma câmera que realize uma leitura desse objeto.
  • Um software que interprete a leitura da câmera e crie o mundo tridimensional de interação.

Na web, podemos resumir esses três elementos em:

  • Um papel com um código impresso em alto contraste.
  • Uma webcam.
  • Um filme Flash na página com um framework 3D + um framework de leitura da webcam.

Começando a mágica

Aqui faremos a nossa própria realidade aumentada que consistirá basicamente em:

  • Criar nossa própria marcação (marker) que é o desenho que será lido pela webcam, no qual o objeto virtual ficará "acoplado".
  • Criar um SWF utilizando 2 frameworks: o FLARToolKit, que é uma adaptação em AS3 do original ARToolKit, e o Papervision 3D para criar o ambiente de interação tridimensional.

Usaremos um modelo 3D de um patinho de borracha, importado de um arquivo .dae em formato Collada. Esse formato pode ser exportado de um software 3D como o 3D Studio, ou Cinema 4D do modelo 3D de sua preferência.

Para facilitar, disponibilizarei o source já com o Papervision 3D 2 e o FLARToolKit prontos para exportar o SWF, assim como o arquivo .dae do patinho já pronto também. O importante é que consigamos fazer a base da tecnologia. A partir dela você será capaz de ajustar da forma como quiser e até mudar o objeto virtual 3D no Flash.

Criando sua marca

O primeiro passo é gerar sua marca, seu código RA que será lido pela webcam. Você pode criar on-line, no site: http://flash.tarotaro.org/ar/MarkerGeneratorOnline.html. O aplicativo permite que você coloque um desenho em frente à webcam para gerar a partir dele, ou enviar uma imagem. Sua marca deve ser um desenho simples, preto e branco, com alto contraste e de preferência envolto por um quadrado bem delimitado.
Com sua marca pronta, clique em Save. O aplicativo irá gerar um arquivo .pat, que passará as coordenadas de sua marca para o FLARToolKit. No nosso exemplo, você deverá salvar este arquivo na pasta Data, com o nome marker.pat. Caso deseje alterar, será necessário alterar também o caminho no AS principal.

O exemplo do artigo contém um PDF (marker.pdf) com a marca que já está sendo usada no exemplo para impressão e testes.

Juntando tudo

Agora é a vez de o SWF juntar os 2 frameworks, carregar o arquivo gerado de sua marca, e o modelo 3D. Vamos ao código.

Arquivo ExemploAR.as:

package {
import flash.events.Event;
import flash.events.MouseEvent;
import org.papervision3d.lights.PointLight3D;
import org.papervision3d.objects.DisplayObject3D;
import org.papervision3d.objects.parsers.DAE;
[SWF(width=640, height=480, frameRate=30, backgroundColor=0x0)]
public class ExemploAR extends PV3DARApp {
private var universe:DisplayObject3D;
private var daeFile:DAE;
public function ExemploAR() {
this.init('Data/camera_para.dat', 'Data/marker.pat');
}
protected override function onInit():void {
super.onInit();
daeFile
= new DAE();
daeFile
.load("duck.dae");
daeFile
.z = 20;
daeFile
.scaleY = 0.4;
daeFile
.scaleZ = 0.4;
daeFile
.rotationX = 90;
this.universe = new DisplayObject3D();
this.universe.addChild(daeFile);
this.universe.z = -20;
this._baseNode.addChild(this.universe);
}
}
}

Agora é só criar um .FLA que chame esse arquivo ExemploAR.as como classe principal. Imprima sua marca e execute o SWF... Voilá! Se tudo der certo, seu SWF pedirá permissão para ativar a webcam e o patinho seguirá sua marca onde você mexer em frente à webcam.

É importante que a luz do ambiente esteja boa e permita um bom contraste na sua marca. Quanto mais fosca a impressão, melhor. Tintas mais brilhantes podem gerar reflexo e afetar a leitura da webcam.

Espero que tenham gostado! Fiquem à vontade para configurar o objeto 3D da forma que quiserem e até mudar o arquivo .dae. Você também pode baixar gratuitamente arquivos .dae para testes na internet, mas eu encorajo que você crie seu próprio em um software 3D.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Esqueça o Windows 7. Com vocês, o Chrome OS

chrome-os-01

O Google Chrome OS já está entre nós. Ou quase. Por um descuido, o navegador que será a base do sistema operacional de Mountain View vazou na internet.

Passada empolgação com o Windows 7, o rival produzido pelo Google deve se transformar no principal lançamento dos próximos meses. Por enquanto, dá pra ter apenas uma pálida noção do que vem por aí. Pode ser que eu me engane, mas há grandes chances de a primeira versão ser exibida no próximo Google I/O, conferência anual de desenvolvedores que ocorre em maio. O código, no entanto, estará disponível ainda este ano, segundo o post oficial que anunciou a novidade, meses atrás.

O navegador que caiu na rede é uma versão modificada do Google Chrome, feita para rodar em Linux – que será a base do novo sistema. Ela ficou no ar por pouco tempo no site que abriga as versões de desenvolvimento do Chromium. Quem quiser encontrá-la, no entanto, pode procurar o arquivo google-chrome-unstable_4.0.222.6-r28902_i386.deb, ilegalmente disponível em dezenas de sites. Cuidado apenas para não baixar um malware. Não nos responsabilizamos (nem aconselhamos ninguém a fazer isso).

Os sinais do Chrome OS são pequenos ainda. No canto superior esquerdo, um ícone leva para o Google Short Links. Para fazer login, no entanto, é necessário ter uma conta do Google.com – o que nos impede de saber a finalidade do serviço. No canto superior direito do navegador, são exibidos o horário, o status da bateria e as redes disponíveis. Dentro do menu de opções, uma guia leva o título “Google Chrome OS” e também mostra as redes disponíveis, além de permitir alterar a sensibilidade do touchpad. Por enquanto é só, pessoal. Deem uma olhada nas imagens abaixo.

1) Visão geral do navegador, rodando no Ubuntu Netbook Remix 9.10 Beta

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2) Google Short Links (seja lá o que for)

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3) Aba de opções do Google Chrome OS

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terça-feira, 13 de outubro de 2009

Novo Ad-Aware é mais rápido na varredura



A Lavasoft soltou a nova versão do Ad-Aware, tradicional software para proteger o PC dos programas que roubam informações do internauta.

O programa chega com um sistema de varredura mais rápido. Em testes no INFOLAB, o novo Ad-Aware demorou 4 minutos para varrer o micro inteiro em busca de spyware e outros tipos de malware. A versão antiga demorava 12 minutos para cumprir a mesma função.

O Ad-Aware está mais rápido porque o sistema de caça de malware foi totalmente reconstruído. Além de consumir menos memória do sistema, o software está mais esperto na hora de identificar um programa ou arquivo que pode roubar senhas ou outro tipo de dado do internauta. O que isso significa: o software não fica mais acusando programas (ou dados) limpos de estarem infectados.

Outro recurso bom que aparece renovado nesta versão é o que limpa a sujeira do navegador de internet. Um clique e ele manda os dados do cache, cookies, histórico e últimas URLs visitadas para o lixo.

Microsoft lança pacote de segurança para Windows original

A Microsoft anunciou um pacote de segurança gratuito aos usuários do Windows original --especialmente aqueles que usarão a sétima versão do sistema. O programa promete proteger contra várias ameaças --vírus, spyware e outras tentativas maliciosas de entrar no seu computador.
A instalação é rápida (o teste foi feito em um computador com Windows 7) e inclui uma etapa de verificação para checar se seu Windows é realmente original. Feito isso, o computador leva alguns minutos para fazer uma verificação inicial. Já na primeira leva, ele encontrou uma ameaça e não teve problemas para combatê-la.
O uso do programa é simples e não requer nenhum cadastro, o que é apontado por Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral do grupo de serviços on-line e consumo da Microsoft Brasil, como uma das vantagens do produto em relação aos outros programas gratuitos com a mesma finalidade.
Segundo ele, o programa também "aproveita melhor os recursos do Windows e não solicita a intervenção do usuário todo o tempo".
O pacote foi feito para os usuários com um ou mais computadores em casa, de acordo com a Microsoft.
O Microsoft Security Essentials (com versão em português) funciona em Windows XP, Vista e 7. O programa ocupa 150 Mbytes de memória. O download pode ser feito no site da Microsoft.
Concorrência
A AVG, desenvolvedora de produtos de segurança, anunciou novos programas pagos, a linha AVG 9.0. A versão gratuita dos programas será lançada na quinta-feira (15), segundo a empresa, que diz que velocidade e níveis de proteção melhoraram nos lançamentos.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

flv player

Executa vídeos em formato Flash muito bem, tem algumas opções legais, mas em tempos que a maioria dos players já suporta este formato, está se tornando praticamente dispensável"
7.5
8.1

Análise de Bruno da Silva Lima

Você que precisa de um reprodutor de vídeos em formato FLV ou SWF (Flash)? FLV Player é uma opção prática e descomplicada que não vai pesar muito na sua máquina.

Ele é um programa mínimo, não tem ferramenta nenhuma para organização de arquivos, lista de reprodução ou opções avançadas, mas que faz muito bem o que se propõe a fazer, é fácil de mexer, com visual bem moderno e compacto.

Um ponto interessante dele é o fato de você poder exibir o vídeo apenas na tela, sem nenhuma janela ou menu em volta dele.